Promoção #2: ganhe uma camiseta retrô do rubro-anil

O dia em que meu coração se tornou rubro-anil:

É comum dizermos que somos marcilistas desde o berço, principalmente aqueles torcedores que nasceram em Itajaí. Mas a verdade é que, mesmo influenciados pelos pais, na vida de cada um houve um momento especial que fez com que o sentimento de amor pelo Marcílio Dias aflorasse com toda força. Para uns foi um jogo histórico, assistido pela TV. Para outros foi a primeira vez no Gigantão das Avenidas. Um gol especial, a conquista de um título, o encontro com um craque, o primeiro manto rubro-anil, enfim, cada um tem a sua história. Queremos saber quando seu coração tornou-se rubro-anil para valer. A melhor história, postada até às 12h de sexta-feira, dia 14 de maio, leva uma camisa retrô do Marinheiro.  Participe!

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10 Responses to “Promoção #2: ganhe uma camiseta retrô do rubro-anil”

  1. Fábio Roberto da Veiga Says:

    O dia em que eu me tornei um Marcilista de verdade foi quando eu tinha 6 ou 7 anos de idade, e o Marcilio estava para cair para a segundona, eu ia com meu pai nos jogos di Cilio mais não dava muita atenção para o time, foi então que no ultimo jogo do campeonato, o Marcilio precisava vencer o extinto Ferroviario em tubarão, 30 minutos do segundo tempo, 1 a 0 para o Ferroviario e o Marcilio com 1 a menos em campo, derrepente gol do Marcilio (Veiga), e nós em casa sofrendo ouvindo pela radio foi então que aos 44 minutos o Marcilio virou, não sei de quem foi o gol, pois a festa foi tão grande que não deu nem pra ouvir e o Marcilio se livrou da segundona naquele ano.
    Fomos ao gigantão recepcionar o time como se tivesse sido campeão e desde esse dia me apaixonei pelo Marcilio e de lá pra cá, se perdi 10 partidas do Marcilio em Itajai foi muito.

  2. Marcelo Baião Says:

    Foi através de minha família que sempre esteve presente no estádio, mas principalmente pelo meu avo Newton Prado Baião que foi treinador do Marcílio e nos incentivava a torcer pelo time, entravamos no gramado através de um buraco que existia no canto da arquibancada descoberta antes de existir a arquibancada redonda, quando meu pai não ia no jogo eu e meu irmão ficavamos na fila e pediamos para uma pessoa qualquer dizer que nós eramos filhos dele para colocar agente por cima da roleta só para assistir o Cilião jogar. Para nós era o máximo entrar no gramado antes dos jogos e comprimentar os jogadores, inclusive quando o Flamengo enfrentou o Marcílio eu e meu irmão estavamos lá dentro de campo, claro que com a ajuda do buraco da grade rsrsrs…minha primeira camisa do Marcílio foi minha mãe que fez, ela pintou o símbolo em uma camiseta vermelha que nós usavamos para jogar futebol em um terreno atráz da casan, que agora existe um prédio…bons tempos. é isso aí….gostaria de saber porque não existe uma foto de meu avô aí ….vlw

  3. Cicero Baptista Says:

    Na realidade sempre fui Marclista de coração, porém meu tio levou eu e meu primo ao estadio para assistir Marcilio e Ferroviario, nos anos 80 …… depois dai não perdi mais nenhum jogo em casa e depois daquele jogo de 99 (Marcilio X Itajaí) eu e mais 2 amigos “Jorge e Sapulha”, resolvemos formar uma torcida organizada a “Furia Marcilista” que está ai até hoje tocada pelo Venancio, Cido e toda a galera!!! Hoje sou presença certa no esquenta galho em todos os jogos no “Gigantão da Avenidas”!!!
    Avante meu Cilião!!!!
    Abraco a todos os Marcilistas de coração como eu!!!!

  4. Matheus Onézio Morauer Gonçalves Says:

    Sangue marcilista eu já tinha desde que nasci, isso é fato. O dia em que realmente me tornei apaixonado pelo Marcílio não se pode dizer, só posso afirmar apenas que a cada dia me apaixono mais pelo clube que eu amo.

    Quando eu tinha apenas 5 anos de idade eu já estava lá prestigiando a final entre Marcílio x Itajaí, o dramático 4×3.

    Outro momento em que fez meu coração bater mais forte e não me esqueço até hoje foi quando o gol do LELO (lateral direito), aquele de falta no finalzinho contra o Figueirense).

    Mais tarde, campeão da série A2 num lindo domingo em Ibirama com ótimas atuações do goleiro Willian e do atacante Leandro Branco.

    Campeão da copa SC e depois da Recopa Sul-Brasileira, título que não pude ver de perto, porém esperei o time na BR-101 e seguimos em carreata até a Beira-Rio.

    A morte do nosso querido goleiro, Marcelo Vacaria, aquele jogo que era para ser transferido contra o Figueirense, mas não foi, toda aquela chuva, a furia marcilista cantando e empurrando o Marcílio até a queda da energia.

    O rebaixamento do Marcílio para a divisão principal em 2009 também, fez com que marcilistas amassem mais seu time e incentivassem o momento que vivemos.

    Jogos fora de casa marcam bastante, principalmente em Brusque e Blumenau.

    Esses são alguns fatos que me fizeram ainda mais apaixonado pelo marinheiro, mas o que mais me fez feliz foi ter se tornado ou lado de João Vitor e Fábio, o primeiro diretor juvenil do Clube Náutico Marcílio Dias, agora sim, minha atuação pode ser mais ativa.

    O DIA EM QUE MEU CORAÇÃO SE TORNOU TOTALMENTE RUBRO-ANIL FOI DIA 27 DE JANEIRO DE JANEIRO DE 2010, DIA EM QUE ME TORNEI DIRETOR JUVENIL DO MARCÍLIO.

  5. vanildo schmelzer Says:

    como em minha cidade (massaranduba)não tem time ;tive que optar por times aqui da região;jec; juventus;bec;mas como certa vez fui convidado para trabalhar nas teporadas de verão em balneario;fui convidado por um amigo para assistir a jogos do marcilio;isso foi la nos anos 80;e um jogo que não esqueço foi aquela robalheira la em brusque onde ojuiz o sr (erros marthins)o nome ja é um erro anulou não sei da onde um gol do cilio (gol do gilmar madeira)e quem faria a final com o avai seria o marcilio com grande chance de ser campeão ao inves do brusque

  6. Jonatha Says:

    Eu meu tornei marcilista na verdade quando eu fui a primeira vez ao estadio com meu pai que ja foi jogador do clube a muito tempo atras, ele me levou para mim ver o jogo, eu sempre dizia que eu era marcilista e tal, mais quando entrei no estadio que tive aquela emoção de ver o DAURI ex jogador do marcilio fazer um gol eu senti de verdade um enorme amor por este clube no mesmo dia comprei uma camisa, comei a fazer montagens com fotos batia fotos do estadio baixei o hino e etc.

  7. Rodrigo Venturini Corrêa - tel 33488452 Says:

    Acompanhado do meu pai, tio e primo até onde minha memória consegue resgatar eu frequento os jogos do Marcílio, ou seja, sou marcilista desde nascença, porém, quando vamos crescendo os jogos emocionates e as belas campanhas ficam guardados. Sou da nova geração de torcedores que nasceram nos anos 90 mais precisamente no ano de 1991 e a campanha que realmente lembro foi a de 1999 quando disputamos a segunda divisão pela primeira vez e no mesmo ano fora criado um rival para tentar acabar conosco e passar a ser o protagonista na cidade, justamente na fase que comecei a enteder e vivenciar de fato o que significava ir ao estádio Dr. Hercílio Luz acompanhar o famoso “Rubro Anil das Avenidas”, mas, aquele time com o uniforme estilo o da croacia formado por adriano centroavante, nilson lateral direito e luciano goleiro era imbatível para mim. Luciano um goleiro baixo mas que tinha uma impulsão de gato, Nilson um lateral direito habilidoso e rápido e por fim Adriano, um centroavante com a cabeça branca que fazia gol todos os jogos e fazia-me o comparar com romário este no auge de sua carreira. Aquele time no decorrer de sua campanha me fazia picar papeu nos sábados que antecediam seus jogos para atirar em campo quando nele adentrasse, participar dos “palpitéis” das rádios locais AM e nos jogos fora juntamente com meu primo ficar na escada do terraço de minha casa com um radinho, uma panela (nosso tambor) e bandeiras que faziamos de lençol, interpretando estar no estádio que o Marcílio estava jogando. Para a minha felicidade aquele ano resultou em título, o primeiro que vi, o nervosismo e felicidade daquela final contra o Itajaí me fizeram decidir sempre acompnahar e acreditar neste clube chamado Clube Náutico Marcílio Dias.

  8. Rafael Piske Says:

    Eu nasci marcilista. Meu avô era da equipe de remo do Marcílio e me contava várias histórias daquela época, de como era o Marcílio e como ele gostava de estar alí. Um dia ele me levou para ver um jogo do Cilião, em meado dos anos 90, aquele time era uma máquina. Impossível não se apaixonar por aquilo e pelo clima que só o torcedor marcilista sabe proporcionar. Foi alí, no esquenta galho, que decidi que faria isso pelo resto da minha vida.
    Depois de alguns anos, da morte da minha vó e alguns problemas de saúde, meu avô foi morar conosco lá em casa. O velho sempre me perguntava quando seria o próximo jogo do Marinheiro e vivia grudado no radinho ouvindo e torcendo junto. Lembro que sempre quando avisava a ele que estava indo ao jogo, o velho abria um sorriso e depois deixava cair uma lágrima. Como ele amava o nosso Marinheiro!
    Alguns anos atrás meu avô faleceu e, infelizmente, não viu o nosso Marcílio ser campeão em casa. Mas eu trago o sentimento vivo e vou passar isso em diante aos meus filhos e netos, como o saudoso Mintinho fez comigo.

  9. Célio Donato Pereira Júnior Says:

    Sempre tive um grande carinho pelo Marcilio e admiração pelo otimismo dos torcedores( a ) do Marcílio.É o time que representa a cidade onde nasci,tem as cores bonitas e exoticas que poucos time tem,tem um logotipo e um mascote que representa a vida maritima,que tem tudo a ve com a vocação da cidade.
    Mas o sentimento de paixão pelo clube,foi quando percebi que no decorrer da vida,cada vez que conhecia outra cidade,mais eu me orgulhava de ser itajaiense,mas me orgulhava da cultura açoriana e mais me orgunhava com as coisas daqui.
    O Marcilio representa a minha cidade para todo estado,e para todo o brasil em competições nacionais.
    O Marcilio representa este territorio hospitaleiro que é Itajaí,o marcilio representa uma historia de 91 anos,algo quase nunca alcançado por nenhum time brasileiro.
    O Marcilio é um time cativante que faz muitas pessoas de fora que aqui vivem,gostar de torcer pelo rubro-anil.
    O Marcílio representa uma cidade prestes a fazer 150 anos e cheio de cultura.
    O que me torna marcilista é todo o conjunto de passado,presente e sonho de futuro.

  10. antonio manoel martins Says:

    desde que me conheço por gente, sou marcilista, mesmo nao indo ao estadio ver meu time, sempre ficava coladinho ouvindo a narraçao pela radio difusora que a um tempo atras, digo a uns 10 anos atraz, era uma das unicas radios a transmitir, esse futebol que sempre foi esquecido pelos outros meios de comunicaçao,
    sempre que esse timao jogava estava eu la coladinho, ouvindo ganhando ou perdendo, mas sempre com essa frase na cabeça:
    “ganhando ou perdendo meu marcilio dias sempre estara na minha cabeça e no meu coraçao”.
    força ciliao cabeça para frente serie c e catarinese esperam a gente.

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